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sábado, 4 de abril de 2015

PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO E CANONIZAÇÃO

O primeiro momento, a formulação da causa do processo da beatificação e canonização foi postulada pelo frei Joel Gomes, enviado pela Arquidiocese de Olinda e Recife à Santa Sé, em 27 de maio de 2014. Em 28 de agosto do mesmo ano, a Comissão de Peritos em História iniciou os trabalhos para reunir os documentos necessários ao processo.

O segundo momento aconteceu quando a Congregação para a Causa dos Santos emitiu o parecer favorável autorizando o início do processo de beatificação e canonização e Dom Helder recebeu o título de “Servo de Deus”.


O aval da Santa Sé foi comunicado à Arquidiocese de Olinda e Recife por meio de carta do presidente da Congregação, Cardeal Ângelo Amato, menos de dez dias depois que o responsável pelo dicastério confirmou o recebimento do pedido de abertura do processo de Dom Helder, no dia 16 de fevereiro. Contudo, a correspondência só chegou à arquidiocese no dia 06 de abril.


A etapa seguinte consiste em reconhecer as “virtudes heroicas” do Dom.

A fase diocesana do processo de beatificação de Dom Helder foi oficialmente aberta no dia 03 de maio de 2015, após a instalação do tribunal na arquidiocese de Olinda e Recife. 

O tribunal foi constituído durante a missa celebrada na Igreja da Sé, em Olinda, através da leitura do decreto de sua instituição e da assinatura do arcebispo de Olinda e Recife dom Fernando Saburido.  Será formado por cinco membros: juiz delegado e promotor de justiça (ambos canonistas), notário, notário adjunto e cursor.

Seu objetivo é colher o depoimento das pessoas que conviveram mais proximamente com Dom Helder e analisar os novos textos dele publicados para, em seguida, encaminhá-los ao Vaticano.   Além do tribunal terá fundamental importância no processo a atuação da das comissões histórica e teológica.

Na celebração Dom Helder foi anunciado Servo de Deus e foi distribuída entre os participantes a “Oração para pedir a Deus a Beatificação e Canonização de Dom Helder Camara e alcançar graças por sua interseção”.

Será formada uma Comissão secreta de teólogos para escrever um parecer sobre as relações do Servo de Deus com a Igreja. Ao final da fase diocesana o postulador nomeado para a causa escreverá a Positio.  

Após a aprovação deste documento, o papa concede ao candidato o título de Venerável Servo do Senhor. É o começo da segunda fase, que se passa nos tribunais da Santa Sé. É preciso que um milagre seja reconhecido, como realizado pela intercessão do Servo para que ele seja declarado Beato ou Bem-aventurado. Esta é a penúltima etapa do processo, que termina com a proclamação das virtudes de santidade, ou seja, quando o Beato é proclamado Santo, com a comprovação de mais um milagre alcançado depois de já ter sido nomeado beato.



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