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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A IGREJA DAS FRONTEIRAS REABRE SUAS PORTAS AINDA MAIS BELA!



Foram dois meses em obras, quase isso com as portas fechadas, celebrações suspensas, visitas adiadas. Foi um tempo que se fez longo, em uma manutenção que se anunciava pequena, mas que, quiseram os cupins, pequenos destruidores de peças históricas,  que se tornasse maior.
Assim foi a obra de restauro pela qual passou  a capela de Nossa Senhora da Assunção das Fronteiras da Estância de Henrique Dias, ou como é conhecida, a Igreja das Fronteiras.



Os santos foram limpos, assim como o altar mor. Entretanto, o altar mor, ao qual se supunha ser necessária apenas uma limpeza, precisou de um restauro maior, tendo, inclusive, algumas partes substituídas, resultado do apetite voraz desses insetos que não se importam com a arte, com o tempo, com a história.


O cupim tem sido um inimigo implacável da preservação histórica, por isso, o estado de alerta precisa ser permanente, como acontece com o IDHeC em relação ao Memorial Dom Helder Camara. Se assim não o fosse, o estrago teria sido ainda maior.

A obra de restauro adiou a celebração dos 107 anos do nascimento de Dom Helder, que deveria acontecer no dia em que ele nasceu, 07 de fevereiro. Mas, com certeza, valeu a pena esperar pelo término da obra para celebrar a data. A Igreja das fronteiras ficou bela! Toda a sua simplicidade realçada pelo  altar mor revitalizado por um restauro que procurou chegar o mais perto possível da forma original e uma iluminação que lhe deu um brilho suave, discreto, mas o suficiente para provocar, em todos que iam  chegando, exclamações de admiração e, até mesmo, de deslumbramento, contrariando a teoria de que não pode haver brilho ou beleza na simplicidade.



As portas foram reabertas, as atividades da igreja normalizadas e, a certeza de que muitos ainda irão se encantar ao entrar nela, embevecidos que ficarão com sua beleza, impregnada da energia daquele que fez da simplicidade e da humildade o norte de sua vida. Sejam todos bem vindos e bem vindas, à casa de Deus, onde Dom Helder celebrou até a sua partida, está de portas abertas para lhe acolher.


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