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quinta-feira, 17 de março de 2016

ATUALIDADES: O LEGADO DE DOM HELDER SERÁ MATÉRIA DO LA CROIX



Nesta quarta-feira, 16 de março, o Instituto Dom Helder Camara – IDHeC recebeu a visita da jornalista francesa Aglaé de Chalus, correspondente, no Brasil, do jornal francês LA CROIX, de grande circulação no país.


O motivo da visita é a preparação de uma matéria sobre o legado deixado por Dom Helder e que será publicada no jornal que circula na França, país onde o Dom é muito conhecido, admirado e respeitado.


Aglaé conversou com a Diretoria Executiva do IDHeC, Cristina Ribeiro, Deo Barbosa, Maria Laura, Normândia e Roberto Franca; com a presidente do Conselho Curador, Teresa Duere e com as integrantes do Conselho Lucinha Moreira e Bete Barbosa.

Esta conversa foi muito importante para compor o texto a ser publicado, pois as histórias contadas foram um verdadeiro resgate da vida e obra de Dom Helder na arquidiocese de Olinda e Recife.


Lucinha, presente na vida de Dom Helder desde a sua chegada até a partida para a casa do Pai, participou da fundação da Obra de Frei Francisco, hoje IDHeC.  Teresa Duere participou ativamente da Operação Esperança. Roberto Franca integrou a Comissão de Justiça e Paz.


Ao final da agradável conversa com a jornalista Aglaé, o grupo chegou à conclusão de que Dom Helder deixou dois legados distintos: uma para a Igreja e outro para os leigos.


Para a Igreja ficou o legado de uma vivência baseada no Evangelho, na simplicidade acordada no pacto das Catacumbas e colocada em prática ao renunciar viver no Palácio dos Manguinhos e passar a morar atrás da sacristia da Igreja das Fronteiras, hoje a Casa Museu. Deixou o legado de que a Igreja deve ser libertadora.


Para os Leigos ficou o legado da construção da cidadania, que deve ser buscada antes de qualquer coisa.  Porque ao se tornar um verdadeiro cidadão, se começa a trilhar o caminho que liberta e transforma a sociedade.


Irmã Catarina, que cuidou de Dom Helder por 24 anos, também conversou sobre sua convivência com o Dom e sobre o livro que publicou contanto suas histórias.


Ao final da entrevista Aglaé foi conduzida pele historiadora do IDHeC, Lucy, para uma visita ao Memorial e ao CEDOHC.

Na manhã desta quinta-feira Aglaé visitou a Casa de Frei Francisco, o braço social do IDHeC e conversou com Adriana Moreira sobre o trabalho ali realizado com as crianças dos Coelhos e adjacências.


E na parte da tarde a jornalista conversou com o monge Marcelo Barros, sobre o seu trabalho na Arquidiocese de Olinda e Recife na época do arcebispado de Dom Helder.

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